Bem-estar físico e mental são importantes para um envelhecimento feliz, veja porque

Bem-estar físico e mental são importantes

Descrevê-los como meros receptores passivos de serviços sociais ou de saúde perpetua o mito de que idosos saudáveis ​​e independentes contribuem para o bem-estar de suas famílias e comunidades.

Hoje, no entanto, o número de idosos está crescendo exponencialmente, e muitos se encontram em ambientes socioeconômicos complexos e incertos.

Somente uma intervenção oportuna pode aumentar a contribuição dessa faixa etária para o desenvolvimento social e, assim, evitar que o envelhecimento se transforme em uma grande crise dentro da estrutura de saúde e da assistência social dentro das cidades.

Podemos destacar que o envelhecimento saudável é um grande processo contínuo de otimização dentro da capacidade e da oportunidade funcional com o objetivo de manter e melhorar assim a saúde física e mental e promover a devida independência e a qualidade de vida.

Desfrutar da velhice e da saúde é o objetivo de vida de muitas pessoas. No entanto, para ter sucesso, não só na vida adulta, mas também na juventude, é preciso muito empenho. É geralmente aceito que hábitos saudáveis ​​e atividade física são essenciais para quem deseja se manter saudável, evitar doenças e promover um envelhecimento de alta qualidade.

Até o ano de 2050 é esperado que exista 64 milhões de brasileiros com mais de 60 anos ou mais. Hoje em dia, segundo o IBGE, são mais de 26 milhões, pouco. A expectativa de vida tende a saltar dos 75 para 81 anos, acima da média mundial, que é de 76 anos.

Segundo Curso de Cuidador de Idosos, a velhice saudável não é só doença. Podemos dizer que o envelhecimento bem-sucedido ocorre em indivíduos que relatam saúde física e mental.

Podemos destacar que não é necessariamente a ausência de doença. A maneira como os idosos entendem suas condições e equilibram suas vidas com elas pode determinar o determinado ritmo do envelhecimento saudável. Os médicos dizem que não há segredo para envelhecer sem patologia.

Não existe uma dieta padrão para todas as pessoas que querem viver uma vida longa e saudável. Porém, aqueles que se preocupam com o objetivo de manter os devidos hábitos saudáveis ​​dentro da idade adulta têm pelo menos uma menor probabilidade de desenvolver câncer ou doenças cardiovasculares.

A população idosa do Brasil tende a dobrar nos próximos 20 anos, um fenômeno que continua na França há 100 anos. Enquanto os países mais desenvolvidos têm a maior proporção de populações mais velhas hoje, com Japão e Alemanha no topo da lista, os países em desenvolvimento devem envelhecer mais rápido no futuro.

Com base nesses dados relevantes, é possível reconhecer a necessidade de priorizar a atenção à saúde e planejar o envelhecimento de forma mais realista, tanto do ponto de vista da saúde mental quanto do ponto de vista econômico.

O envelhecimento tem sido uma conquista humana nas últimas décadas. Há dois séculos, nossa expectativa de vida não ultrapassa 40 anos.

Hoje, não é incomum encontrar nove ou centenários saudáveis ​​e mentalmente saudáveis. No entanto, as percepções individuais estão intimamente relacionadas ao sentimento de realização de cada idoso.

Viver bem além dos 60 anos vai além de uma vida saudável, porque os idosos precisam de saúde física e mental. Especialistas também alertam que é hora de começar a se cuidar.

 Nunca é tarde para desenvolver hábitos saudáveis. O controle do diabetes e da pressão arterial em idosos está cada vez mais associado a taxas significativamente mais baixas de infarto do miocárdio e de acidente vascular cerebral.

Esse controle pode ser realizado com medicamentos e mudanças no estilo de vida.

Saúde mental dos idosos

De acordo com uma pesquisa de Cursos Online com Certificado, entre 2012 e 2017, o número de idosos aumentou 18% para mais de 30 milhões.

Esses números sugerem que a expectativa de vida vem aumentando cada vez mais, porém é preciso olhar além da “vida das pessoas” e “suas condições de saúde”. Na velhice, alguns sintomas físicos podem causar desconforto, como perda de visão e perda ou ganho de peso.

Embora seja um processo natural, é muito difícil para algumas pessoas vivenciar essas mudanças no corpo, por isso a saúde mental pode sofrer.

Mesmo antes de uma pessoa chegar aos 60 anos, o lado emocional pode abalar, o que é chamado de “crise da meia-idade”, que geralmente ocorre por volta dos 40 anos.

Dito isso, além das limitações físicas, os indivíduos ainda vivenciam uma série de mudanças tanto no âmbito pessoal quanto profissional que podem gerar desconforto.

Essas transições são, na maioria dos casos, caracterizadas pelas perdas, como, por exemplo: companhia dos filhos, mobilidade ou viuvez. Todas as situações complexas podem afetar o lado emocional de uma pessoa mais idosa.

Como resultado, angústia, medo, ansiedade e tristeza podem afetar a vida da pessoa.

Vivemos em uma cultura jovem onde ser jovem significa estar vivo e ser velho é o contrário. Este estereótipo pode afetar a auto-estima dos idosos e pode levar a sérios problemas emocionais neles.

A depressão

A depressão vem sendo muito comum em idosos. De fato, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, os idosos lideram a lista de depressão entre os brasileiros.

Segundo dados de 2018 do Ministério da Saúde, a taxa de suicídio de pessoas com mais de 70 anos é maior. Nessa faixa etária, houve uma média de 8,9 óbitos por 100.000 idosos. Para fins de comparação, a taxa média nacional é em torno de 5,5 por 100.000 pessoas.

Entre 2011 e 2018, o país registrou 293.203 casos de automutilação. Destes, 11.438 (3,9%) envolviam pessoas com mais de 60 anos.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Certificado Cursos Online, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre cursos, educação e diversos segmentos.