Criação de produtos: como desenvolver um produto do zero
Um dos grandes desafios que as empresas vêm enfrentando desde o início das dinâmicas comerciais é, justamente, a respeito da criação de novos produtos. Entender, nesse caso, como desenvolver um produto do zero acaba sendo fundamental.
É certo que o mundo das inovações industriais passaram a possibilitar que uma série de inovações passassem a fazer parte da vida das pessoas.
Esses elementos podem ser conduzidos pelas facilidades desses maquinários ou, em outra medida, diante da própria dinâmica de consumo do mercado.
O que antes das revoluções industriais poderiam ser representados como perspectivas utilitaristas de produtos, posteriormente, ganhou um caráter que levava em consideração outros fatores.
Isso poderia ir desde a produção de novos designs para sapatos ou uma placa tecnológica para a construção campo de futebol society.
Seja qual for o objetivo, todos esses elementos passaram a fazer parte da vida das pessoas e produziram novas demandas.
Essa cultura de consumo, por vezes, foi o que deu sustentação ao artifício do produto como um dos epicentros das relações comerciais.
Com o passar dos anos, esses aspectos foram ganhando cada vez mais dinâmicas, o que culminou em uma produção que passou a lotar as gôndolas de supermercado e outros comércios.
Diante disso, o desenvolvimento de produto passou a ser um elemento que, claro, tem a capacidade de fundar uma empresa e, também, fazer com que uma já existente consiga alçar voos maiores.
Seja como for, é isso que, em grande medida, deu sustentação para a produção de fechadura com segredo.
Essa dinâmica, inclusive, é importante pensar, uma vez que ela parte de um princípio de segurança a primeiro momento.
Contudo, com o desenvolvimento de novas técnicas de modelagem metálica, os cadeados passaram a fazer parte do dia a dia das pessoas.
No entanto, os desenvolvimentos foram ganhando cada vez mais perspectivas e, ao fim de tudo, as demandas foram moldando novas perspectivas.
Atualmente, por exemplo, esse mercado já está integrado de forma bastante ampla aos aspectos digitais.
Além disso, se for pensar no ambiente digital de uma forma mais ampla, uma simples pesquisa por clínica veterinária perto de mim tem uma perspectiva de desenvolvimento de produto.
Nesse caso, o maquinário de computadores e, também, relacionados à clínica são elementos centrais.
Garantir, portanto, a compreensão dessas dinâmicas acaba sendo uma perspectiva primordial.
Afinal de contas, tudo que se relaciona com alguma solução cotidiana, já foi pensado em termos de produtos.
Pode até ser que essa concepção não passe por uma perspectiva de marketing no período após a revolução industrial, mas, se há uma ideia de resolução de problemas, isso pode ser considerado como produto.
Há, também, uma lógica de melhoria para a humanidade e seus processos, como o desenvolvimento de laser ginecologia. Contudo, isso ainda assim é uma concepção de produto.
Logicamente, há uma série de outras dinâmicas que podem fundamentar essa noção, mas, de fato, a resolução de problemas a partir de agentes facilitadores pode ter uma relação com o desenvolvimento de produtos.
O que é produto?
O produto, dentro de termos mais técnicos, acaba sendo uma representação nova dentro do curso da humanidade.
O ímpeto criativo das pessoas sempre foi um motor importante para produzir soluções, mas foi com o mercado que esse advento ganhou força.
Nesse sentido, ele acaba sendo tudo aquilo que é produzido a fim de obter uma relação com o mercado e seus entender.
Sendo assim, uma empresa que faz aluguel de criofrequencia, em grande medida, está usando esse produto como um agente comercial.
Ao se tornar uma produção que dialoga dentro desse meio, esse objeto utilitário acaba ganhando novos aspectos.
Por exemplo, se houvesse uma ideia de produção de soluções para demandas, certamente, o mercado teria uma outra dinâmica.
Entretanto, como essa noção precisa, necessariamente, passar por uma ideia de atração e compra, há uma série de dinâmicas que permeiam o desenvolvimento de um produto.
Uma venda de rotulo bopp metalizado, por exemplo, tem como base os atributos dessa perspectiva.
Quando se deve criar um produto novo?
Para entender um pouco melhor a respeito dessa relação, é possível apontar para algumas perspectivas relacionadas às demandas de mercado.
É claro que novas empresas precisam, antes de qualquer coisa, ter um produto a ser vendido dentro de seu mercado.
No entanto, empresas já existentes, também, precisam saber a hora de considerar o desenvolvimento de novas perspectivas.
Por essa razão, há duas orientações que precisam ser compreendidas que podem ajudar a fornecer insumos para esse diagnóstico.
Ciclo de venda do produto
Todo produto que é colocado dentro de um mercado passa a ser constituído por um ciclo de venda. Esse elemento é importante, uma vez que ele serve para orientar algumas possibilidades a respeito de seu desempenho.
Por exemplo, a criação de uma nova porta de aço meia cana dentro de um mercado passa, inevitavelmente, por quatro perspectivas. São elas:
- Introdução;
- Crescimento;
- Maturidade;
- Declínio.
Todos esses elementos ajudam a empresa a entender quais são as etapas que ele está enfrentando, para que, assim, seja possível entender o momento de se criar um novo produto.
Normalmente, a fase do declínio é a que informa uma gestão a respeito de uma necessidade de um novo produto ou de um rebranding. Seja como for, esse é um momento crucial e que precisa ser levado em consideração sempre.
Matriz BCG
Há um outro elemento bastante importante que tem a ver com uma dinâmica de avaliação geral dos produtos.
A matriz BCG funciona como uma orientação visual que tem como centralidade uma questão visual. Sendo assim, a empresa irá categorizar os seus produtos dentro de 4 perspectivas diferentes: estrela, interrogação, vaca leiteira e abacaxi.
Esses elementos dizem respeito ao investimento que precisa ser feito nesses produtos e o retorno que eles possuem.
No caso, por exemplo, da vaca leiteira, ela é um elemento que representa uma grande política de resultados com um baixo investimento.
Já o abacaxi, é um elemento que tem baixo retorno e já não há mais tantas razões para haver investimento.
Esse é o caso de quando o produto passa por uma consideração a respeito de ser descontinuado e, com isso, abrir espaço para um novo produto.
Benefícios de um bom produto
Um produto, nesse caso, pode trazer uma série de benefícios para a empresa, a começar por seu reconhecimento.
Logicamente, um curso pizza italiana não entra em uma lógica de produto, uma vez que é um serviço, mas, em grande medida, os mesmos critérios podem ser aplicados.
Apontar, nesse sentido, para alguns desses benefícios acaba sendo um elemento essencial e, por isso mesmo, é preciso compreender.
Lucratividade
Esse é um elemento bastante importante, uma vez que é ele que dá sustentação para uma empresa em um mercado.
Garantir uma boa lucratividade pode, inclusive, abrir novas margens para se criar novas soluções para o mercado.
Reconhecimento
Um outro ponto importante, é que quanto mais qualidade um produto tiver, mais a marca pode ser reconhecida em seu meio.
Isso é essencial para garantir uma fundamentação bem importante dentro de um segmento de mercado.
Dicas para criar um produto do zero
Criar um produto do zero pode ser sugerido a partir de uma série de possibilidades e, por isso mesmo, é preciso considerar esses elementos.
Se, ao analisar a empresa, essa for uma opção importante, é fundamental entender quais são os elementos que podem ajudar nessa questão.
Analisar o mercado
O primeiro ponto essencial nessa questão é avaliar o mercado, uma vez que é ele que vai dar sustentação para uma boa dinâmica de produto. Isso vai desde uma avaliação a respeito das demandas e, também, da concorrência que se tem.
Todos esses aspectos devem fundamentar o que pode ser feito e, também, o que não deve ser feito como resposta.
Criar protótipos
Esse é o momento em que o desenvolvimento começa a ser feito a partir de protótipos que vão mostrar se aquele é ou não um recurso importante.
Quanto mais detalhados forem essas dinâmicas, mais insumos a equipe vai ter para avaliar a respeito daquele produto.
Isso é fundamental para garantir um convencimento e, também, uma realização estratégica dentro de um segmento.
Considerar produtos digitais
É primordial dizer que produtos não são apenas bens analógicos, mas, sim, tem uma incidência em lógicas digitais.
Esses elementos, em grande medida, é o que dá sustentação, por exemplo, para o desenvolvimento de novos softwares.
Logicamente, uma empresa de gastronomia tem como base uma lógica fora do digital, mas produzir um ebook de receitas pode ajudar.
Considerações finais
Passam-se os anos e o produto continua sendo um dos centros mais importantes que fundamenta uma relação de mercado. Entender, nesse caso, qual é a hora de começar uma nova incursão nesse sentido pode ser elementar.
Além disso, é importante que haja algumas considerações a respeito de seu desenvolvimento, também.
Partindo desses pontos, há uma grande chance de a empresa obter alguns bons desempenhos em seu mercado.
Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.
