Em uma economia cada vez mais digital, ter um currículo em inglês e conseguir se comunicar bem no idioma são diferenciais indispensáveis para qualquer profissional.
O crescimento das redes sociais com foco profissional, como o LinkedIn, abriu um mundo de oportunidades para quem deseja aproveitar a nova tendência do trabalho remoto para concorrer a vagas de trabalho abertas por empresas no exterior.
Mas, para participar do processo seletivo, não basta dizer que você fez aulas de inglês e tem proficiência no idioma, é preciso ter um currículo muito bem redigido e estar preparado para cumprir as tarefas do dia a dia com uma comunicação clara e técnica.
Neste artigo, vamos dar três dicas para você escrever o seu currículo em inglês e aumentar suas chances de garantir aquela vaga que sempre quis.

Como aumentar suas chances de trabalhar para uma empresa internacional?
Uma das mudanças que vieram para ficar após a pandemia é o trabalho remoto. Durante a crise sanitária, muitas empresas tiveram que acelerar sua digitalização e permitir que seus colaboradores trabalhassem de qualquer lugar.
Essa tendência ganhou ainda mais força diante da grave escassez de profissionais de áreas como tecnologia, marketing digital, design, entre tantas outras. Diante disso, muitas pessoas começaram a cogitar a possibilidade de alavancar suas carreiras e receber um salário em moeda forte, como o dólar e o euro.
Mas essas oportunidades também trouxeram novos desafios, e um deles é passar pela primeira etapa do processo seletivo: a análise do currículo. Se ele não estiver bem escrito, com uma linguagem clara e impactante, é praticamente certo que você não conseguirá avançar para a próxima fase.
Por isso, confira estas três dicas para você garantir sua vaga dos sonhos.
1 – Use exemplos de currículos como inspiração
Convenhamos, é muito difícil partir do zero, principalmente quando você está escrevendo em um idioma que não é a sua língua materna. A boa notícia é que existem hoje diversos sites que disponibilizam milhares de modelos de currículos para você ter uma ideia de como começar a elaborar o seu.
Evidentemente, você não deve copiar o que está dito nos exemplos fornecidos, pois esses sites são muito acessados e as pessoas costumam fazer um simples “copia e cola”. Imagine como deve ser entediante (e irritante) para os recrutadores perder tempo abrindo currículos copiados da internet.
Por isso, tenha cuidado, não estamos dizendo para você escolher um modelo, colocar seu nome e enviar, mas simplesmente para tomar como base os exemplos fornecidos para ter um ponto de partida, uma “luz” de como começar a estruturar o seu CV (curriculum vitae).
E como não poderia ser diferente, os melhores sites são pagos e alguns deles inclusive fornecem assessoria para você aproveitar ao máximo os recursos disponibilizados. Além disso, há modelos para praticamente todas as profissões, portanto é bem provável que você encontre um exemplo bem próximo daquele que deseja elaborar.
Preste atenção na linguagem e na apresentação das informações essenciais, como formação acadêmica e experiência profissional. Adapte o texto de acordo com as suas necessidades e, novamente, não faça “CRTL+C, CRTL+V”.
2 – Use softwares de correção gramatical e tradução
Se escrever bem em português já é difícil, em inglês, então, nem se fala. Por isso, não deixe de usar programas de computador que ajudem na revisão gramatical e lexical do que você escreveu, como o Grammarly, além de corretores ortográficos do Google Docs e Microsoft Word.
Vale destacar também que, se bem utilizadas, as ferramentas de tradução automática, como Google Tradutor, podem ajudar a estruturar melhor o texto. Neste caso, use frases simples e na voz ativa (sujeito-verbo-complemento), ou seja, escreva para que uma máquina entenda e consiga processar o que você escreveu, sem vícios de linguagem ou “arroubos literários”.
A melhor opção, evidentemente, é contratar um tradutor profissional de inglês, caso você não tenha segurança em relação ao que escreveu.
3 – Contrate um revisor
Por fim, é sempre bom ter um olhar “de fora” para fazer um “sanity check”, ou seja, ver se você não escreveu nenhuma bobagem. Neste caso, pode ser um professor particular de inglês ou um profissional que tenha contato constante com o idioma e possa fazer uma avaliação crítica e fornecer um “selo de aprovação”.
Com isso, você aumentará suas chances de contratação e, quem sabe, iniciar sua tão sonhada carreira internacional.




