Mercado de roupa feminina no Brasil: entenda os números

Foi-se o tempo em que a compra de roupas online era encarada com certa desconfiança por parte dos consumidores. Naquele período, muitas pessoas, especialmente as mulheres, tinham medo de não acertar no tamanho das peças. Porém, o isolamento social causado pelo novo coronavírus mudou o comportamento do cliente.

O que antes era um receio por parte dos consumidores, agora é uma boa possibilidade para renovar o guarda-roupa. A compra online ganhou destaque não apenas em nosso país, mas também em outras regiões do mundo. No entanto, após o início da crise sanitária, será que os números ainda são positivos para o segmento da moda?

Se você tem um empreendimento nesse ramo ou pretende iniciar um novo negócio, as projeções são bastante positivas, de acordo com a edição de abril do Relatório e-commerce no Brasil, realizado pela Conversion, consultoria de performance e SEO.

O estudo analisou 15 categorias de consumo. Para isso, utilizou como base 271 lojas virtuais aqui do Brasil. O objetivo dos pesquisadores era apresentar quais são os destaques da indústria e do comércio em nosso país. Para se ter uma ideia, o consumo em lojas virtuais teve um aumento de 40% no Brasil, alcançando 20,61 milhões de acessos nas páginas, desde os primeiros meses da pandemia.

Já no segmento da moda, os números são bastante animadores. A categoria registrou o incrível alcance de 1,51 bilhão de acessos nas lojas virtuais nos últimos 12 meses e teve um aumento de 52% em comparação com o ano passado. Se for analisar o desenvolvimento mês a mês, os números indicam um aumento de 10%, e 63,13% em relação ao ano anterior.

Preferências dos consumidores

No mercado da moda, os clientes têm valorizado itens como roupas e acessórios. Porém, antes de apresentar os números, é importante explicar dois conceitos: tráfego direto e tráfego orgânico. O primeiro se refere quando uma pessoa acessa um determinado e-commerce sem passar por outros canais, como redes sociais, Google, entre outros. Ou seja, ela simplesmente digita o nome daquela página.

Já o tráfego orgânico é uma outra pessoa acessa a loja virtual por meio de um mecanismo de busca, como o Google e o Bing. Bem, agora, que estamos contextualizados, vamos aos números. O tráfego direto representa 36,4% das buscas que foram feitas pelo consumidor. Enquanto 23,4% dos acessos são oriundos do tráfego orgânico.

Diante desse cenário, é possível concluir que os usuários têm procurado com bastante frequência o setor de moda no ambiente online, que ganhou destaque com blusas femininas básicas e peças exclusivas.

Outras conclusões do comportamento online

A grande quantidade de opções, a praticidade em comprar pela internet e até a preguiça dos consumidores em visitar diversas lojas durante a pandemia fez com que os e-commerces conquistassem de vez o mercado de roupas femininas no Brasil. Outro benefício bastante valorizado pelos clientes é que os pedidos podem ser feitos não só no computador, mas também pelo celular.

Um relatório divulgado pela Similarweb aponta que o aparelho móvel representa 76% das aquisições de roupas e acessórios. Nesse cenário, somente 24% foram finalizadas pelo computador. Por isso, o seu e-commerce precisa estar adaptado à compra por celular.

Para melhorar a experiência de compra por meio do aparelho móvel, recomendamos caprichar no UI/UX Design, tornar a jornada do usuário menos burocrática, desenvolver um site responsivo, ter um cuidado especial com o tempo de carregamento e investir em conteúdo relevante. A junção desses fatores é determinante para o sucesso de uma página.

Após descobrir como está o mercado de roupa feminina no Brasil, conheça a Código Girls Trata-se de uma ótima alternativa para as pessoas que procuram por jaqueta corta vento e outros tipos de peças de roupa.